Este blog acaba de nascer de uma conversa íntima entre dois amigos, com gostos e ideias bastante similares em relação à vida e ao sexo.

23
Dez 08

 

Que vos caia um destes em cima, vindo directamente da chaminé... ou não.

O pirata que se encarregue dos senhores.

 

publicado por L. às 16:03
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21
Dez 08

... como será fazer amor.

Um daqueles momentos cinematográficos em que dois corpos se entregam, mas mais do que os corpos se entregam as almas. Pergunto-me se isso realmente existe. Viver intensamente cada toque sem pensar na performance, porque o prazer é garantido pelo amor. Sentir cada milímetro da pele de quem se ama como se de seda se tratasse. Absorver cada palavra sussurrada ao ouvido como se fosse a última vez e devorar um corpo com os olhos, não porque é perfeito mas porque é a morada de algo muito mais profundo. Suspirar emoções contidas, e no fim chorar pela concretização de um momento sublime. Será possível chorar-se por isto? Será possível viver uma coisa assim?

Apetece-me fazer amor.

 

publicado por L. às 23:22
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16
Dez 08

 

Sonhei que tinha chegado a casa e tu estavas a te satisfazer na cama com o nosso novo amigo azul, tinhas finalmente aceite o meu pedido quando te disse para que te tocasses com ele.
Não ouviste-me entrar em casa, e estavas em autentico clímax quando o quente líquido saia dentro de ti. Jorravas sexo por todo o corpo, eu com a porta meio aberta vi-te e apeteceu-me tocar-me, a minha mão foi buscar as minhas calças o grosso e vigoroso caralho…
Bati uma ali á tua frente, mesmo que tu não te tenhas apercebido disso, senti-me bem porque se eu não te dou prazer haja algo que té dé, nos teus gemidos senti isso mesmo, que estavas a ter prazer…
Quando acabaste de te vir, guardas-te o objecto sexual em nossa gaveta, eu já na sala terminava o meu entusiasmo, vim-me com uma tremenda felicidade e satisfação, eu sei que tu também me observavas, eu gostei…
 

 

 

 

 

publicado por Carlos Martins às 16:06

 

 

Hoje recebi no hi5 um convite de amizade de uma mulher que pretendia encontrar companheiras sexuais. Depois de alguma investigação e sem certezas, suponho que a conheço: é uma mulher casada, com dois filhos e que transborda a imagem de excelente mãe de família e dona de casa. É uma mulher bonita e com um corpo de fazer inveja.

 

Não nego que se for a própria, me surpreende. Ainda assim, não tenho nada contra as experiências sexuais com pessoas do mesmo sexo, muito pelo contrário.

Nunca tive esse tipo de experiência mas também nunca foi uma hipótese posta de parte. Acredito plenamente que uma mulher me pudesse dar prazer, sem no entanto me lembrar de uma única vez em que me tenha sentido atraída por uma.

 

Sei que se fosse uma mulher livre de compromissos, neste momento seria a altura ideal para viver uma experiência do género, sem receios e sem culpas.

 

 

 

 

 

 

publicado por L. às 11:27
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12
Dez 08

Hoje perdi-me noutras questões.

 

Lembrei-me de há uns dias, quando em conversa com o pirata, ele me faz atingir com duas palavras uma coisa que eu já deveria ter atingido há muito tempo, e que nem sequer se chama clímax. Eis que ele me diz " o homem que amas agora, vais amar para sempre ", assim... curto e grosso. E nesse momento cai a ficha e forma-se um nó na minha garganta.

O amor não correspondido é como uma doença terminal, nega-se, sofre-se e por fim aceita-se. Foi neste momento que passei da fase da negação ao sofrimento e irrompi num choro compulsivo, daqueles que não conseguimos conter, que se verbaliza em gemidos de dor e nos fazem soluçar por uma hora e por fim adormecer de cansaço. Confesso que me senti rasgar por dentro, e confesso que me assustei com tamanho desabamento. Encolhi-me e recolhi ao meu casulo, numa daquelas temporadas que me fazem falta de vez em quando.

Passada a fase de sofrimento chega finalmente a aceitação. Porque é que dizer amo-te a alguém que não nos ama é humilhação? E porque é que só podemos amar quem nos ama, como se pudessemos simplesmente escolher? É eterno? Não acredito, mas que seja eterno enquanto dure. São montes de tretas criadas pela sociedade que nos impinge uma série de ideologias e que devemos seguir. Aproveito para agradecer à aventesma que inventou que devíamos andar vestidos. Mais uma treta.

Se amo, amo, mas não posso dizer, porque coitadinha não te humilhes. E se quero é ver feliz quem amo, que o facto de saber que a amo lhe dê felicidade e não pena de mim, porque o amor também pressupõe amizade. Enfim, trampa de divagação.

 

 

...

 

E segundos depois chega ao pé de mim o homem que me ama, despe-me e pede para me admirar. Elogia o meu corpo, enquanto morde o lábio inferior e semi-cerra os olhos como se estivesse a olhar para uma capa da Maxmen.

E o amor dele dá-nos bons momentos, mesmo que o meu amor não lhe pertença.

 

E para ti meu pirata, amigo do peito, diz-me só como consegues fazer-me perceber sobre mim o que eu própria não percebo? Como é que me conheces assim do avesso? Fazes-me pôr cá para fora tudo o que quero manter lá dentro, muito escondido. Também a ti te amo, da forma que se amam os amigos, mas muito...

publicado por L. às 23:35

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