Este blog acaba de nascer de uma conversa íntima entre dois amigos, com gostos e ideias bastante similares em relação à vida e ao sexo.

18
Mar 09

 

Quando me vires chegar

num vestido de saudade

e em saltos de esperança

 

Quando me vires chegar

com o cabelo coberto em lenços de mágoa

 

Quando me olhares nos olhos

desprovidos de tudo

e me leres a alma cheia de nada

pergunta-me quem sou agora

 

Respondo-te que sou nua de todas as coisas

menos de ti.

 

publicado por L. às 14:53

27
Fev 09

 

E porque a vida não é só feita de sexo, desejos e sonhos...deixo-vos com a minha favorita declaração romantica do mundo do Cinema. O Amor tem de ser vivido como Ethan Whake se declara...curto e grosso...

 

 

 

Vejam as expressoes dele quando se declara...

publicado por Carlos Martins às 12:29
sinto-me: Romantico
música: Kissing the Rain

14
Fev 09

 

 

 

 Mas não existem palavras.

publicado por L. às 15:35
música: Love Remains The Same - Gavin Rossdale
tags:

19
Jan 09

Às vezes custa fingir que acredito em coisas que não passam de mentiras. Mas pelo bem da " humanidade ", digo que sim, que tudo bem.

Fecho os olhos e vou seguindo em frente assim, com eles bem fechadinhos. Dá jeito e menos chatices, e até pode ser que passe.

Com aquele nó na garganta e a alma musculada, armada em forte, pergunto-me se será pena, amizade, respeito ou amor. Junto um mais dois, acrescento o óbvio e ponho a última hipótese de parte. Hesito entre a segunda e a terceira, e começo a acreditar que estão lá as duas. Encho o peito e interiorizo que depois de tudo dito já não preciso de esperar nada, o que por um lado é um alívio.

Passar por esta vida à espera de alguma coisa que não chega, e finalmente se torna claro que nunca vai chegar, destrói o que sou e impede-me de tentar ser quem gostaria. Agora posso voltar a ser menos alguém e mais eu: uma mulher que sente, sente profundamente. Dá, recebe, chora, e é mais fiel aos seus sentimentos do que gostaria. A mulher ingénua e pura, aquela que chocou por afinal ter desejos e vontades, e que às vezes consegue ser uma fortaleza e se recusa a derramar mais uma lágrima. Aquela que agora se compromete a seguir em frente.

Por isso esta mulher vai fazer uma pausa.

publicado por L. às 13:12
música: White Flag - Dido
tags: , ,

21
Dez 08

... como será fazer amor.

Um daqueles momentos cinematográficos em que dois corpos se entregam, mas mais do que os corpos se entregam as almas. Pergunto-me se isso realmente existe. Viver intensamente cada toque sem pensar na performance, porque o prazer é garantido pelo amor. Sentir cada milímetro da pele de quem se ama como se de seda se tratasse. Absorver cada palavra sussurrada ao ouvido como se fosse a última vez e devorar um corpo com os olhos, não porque é perfeito mas porque é a morada de algo muito mais profundo. Suspirar emoções contidas, e no fim chorar pela concretização de um momento sublime. Será possível chorar-se por isto? Será possível viver uma coisa assim?

Apetece-me fazer amor.

 

publicado por L. às 23:22
tags:

06
Ago 08

 

Combinei contigo um encontro às cegas e pedi-te que não perguntasses nada. Obedeceste, já sedento de alguma coisa que nunca tinhas provado.

Chegaste ao hotel por volta das 15 horas e entraste no quarto meio incrédulo.

Já te esperava, deitada em cima da cama, desejosa de ti. Pedi-te que ficasses só ali à minha frente, queria devorar-te com os olhos, queria devorar o que és sem restrições e sem reprovações.

Desviei a tanga preta para o lado, a tanga que escolhi com tanto cuidado só para te agradar. Procurei o clitoris com os meus dedos. Molhei-os na entrada da minha vagina já tão humida só de te ver, de imaginar que te ía abrigar dentro dela. Continuaste a observar, já te via o pau teso por baixo das calças. Em movimentos circulares, acariciei o clitoris, ora lenta ora rapidamente, enquanto te olhava com um desejo quase explosivo. Aproximaste-te e ordenei-te que não me tocasses. Mais uma vez obedeceste, como um cão agradecido à sua dona. Enfiei os dedos na vagina e perguntei-te se me querias, enquanto os meus dedos entravam e saíam e quase enlouquecia. Respondeste " sim " num tom de voz quase imperceptível de quem está a debater-se com uma vontade contrariada. Pedi-te que tirasses o pau para fora e te masturbasses à minha frente enquanto me pedias " deixa-me foder-te, por favor ". Acedeste mais uma vez... pedi-te que o repetisses mais alto, repetiste.

Já vencida ordenei que te deitasses, acariciei o teu pénis teso e montei-te de uma forma avassaladora. O meu corpo estremecia de prazer e a minha voz não conseguiu calar os gemidos, os gritos de quem finalmente alcançou o que um dia pareceu inalcançável. Balancei o meu corpo com vigor em cima do teu, senti o teu pénis penetrar-me vezes sem conta, duro, quente e deliciei-me com a tua expressão de prazer, com as tuas mãos agradecidas a passearem pelo meu corpo nu, com a humidade que nos trouxeram os corpos quentes, exaustos mas persistentes.

O som do teu prazer intensifica o meu orgasmo, intenso, infinito. O meu corpo contrai-se, treme, goza a sensação explosiva que começa na vagina e se espalha pelos músculos das minhas pernas e do meu abdomen.

Quero-te dentro de mim, só mais um pouco. Contraio-me mais uma vez na tentativa de te prender em mim para sempre.

O meu corpo cansado rende-se ao teu abraço, agradecido pelo teu beijo molhado.

Não resisto a dizer que te amo. Quero-te mais vezes, todas as que puder!

 

publicado por L. às 15:37
sinto-me:

01
Ago 08

 

 

Estávamos perto um pontão em Cacilhas quando ela quis tira-lo cá para fora, depois do primeiro beijo a fome dela estava em alta.
Eu como sou um gajo meio “Caliente” até com o primeiro beijo fiquei
Realmente teso, e o toque das nossas línguas foi incrível, mas a mãozinha dela queria muito mais, e não era só a mão dela que queria mais, a sua doce e quentinha rachinha pedia algo mais que uma mera mão solitária.
“O quero fazer amor contigo já…” foi essa frase memoravél que ela me sussurrou ao ouvido que me fez por em brasa, mas já era tarde demais, e o ultimo barco para a minha terra estava prestes a partir, e eu deixei então em terra algo para “Partir”. No dia seguinte fui eu que PARTI algo na casa dum colega meu, e devo confessar que me sai bem demais, que mesa, que bidé, que cómoda, que cama, que chão, Porra! afinal PARTIR pode ser uma cena podre de boa para ser fazer…Foi uma boa PARTIDA Aquela...Que Foda...
Tem continuação claro…

 

 

 

publicado por Carlos Martins às 10:40
sinto-me:
música: http://www.midinet.com.br/alfa/b/Billie_Eyedol-Eyes_With_Out

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